UEPA

Escola situada na Avenida Dr. Genésio Gomes de Morais s/n, Aliança, Pernambuco, CEP 55.890.000, Fone (81)3637-1132.

Fundada no dia 23 de novembro de 1972. A natureza da instituição é municipal (pública), com turnos funcionando manhã(7h30 às 11h40), tarde (12h20 às 16h30) e noite (18h30 às 22h). Tem as modalidades de Ensino Infantil, Ensino Especial, Ensino Fundamental, possui uma estrutura de trabalho por ciclos, (1º ao 9º ano), Educação de Jovens e Adultos e o Curso Normal Médio.

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Desfile

Desfile
11 de setembro de 2014

Aliança 86 anos de Emancipação Política




Desfile 

DA CHÃ DOS BODES AOS DIAS ATUAIS!

11 de setembro de 2013
































































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Desfile do dia 11 de setembro de 2012


































































Desfile do dia 11 de setembro
2011



Comissão de frente





Bandeiras






Tema





A história da literatura é a disciplina que estuda a evolução da literatura, seja em prosa ou poesia, por meio dos movimentos literários e das relações entre a História e a literatura.
Literatura pode ser definida como a arte de criar e recriar textos, de compor ou estudar escritos artísticos; o exercício da eloquência e da poesia; o conjunto de produções literárias de um país ou de uma época; a carreira das letras.
A palavra Literatura vem do latim "litteris" que significa "Letras".


Literatura da Informação




A literatura informativa, também chamada de literatura dos viajantes ou dos cronistas, consiste em relatórios, documentos e cartas que empenham-se em levantar a fauna, flora e habitantes da nova terra, com o objetivo principal de encontrar riquezas, daí o fato de ser uma literatura meramente descritiva e de pouco valor literário.

Destaques para os índios



O primeiro documento que pode ser chamado de Literatura Brasileira é a carta de Pero Vaz de Caminha ao Rei Manuel I de Portugal, em que o Brasil é descrito, em 1500.

Destaque para Pero Vaz de Caminha

Nos próximos dois séculos, a literatura brasileira ficou resumida a descrições de viajantes e a textos religiosos.

Destaque para Pe. Anchieta, levando a Bíblia e a cruz, junto com os índios, indicando a literatura catequética.




BARROCO






A literatura barroca no Brasil foi introduzida pelos portugueses, quando não havia uma produção cultural significante no país. Por isso, refletindo a literatura portuguesa, a produção literária nesse período não é reconhecida como genuinamente nacional, mas um estilo absorvido e resultante do período colonial.

Destaque para pessoas vestidas com trajes medievais e renascentistas

Gregório de Matos Guerra (Salvador, 23 de dezembro de 1636— Recife, 26 de novembro de 1695), alcunhado de Boca do Inferno ou Boca de Brasa, foi um advogado e poeta do Brasil colônia. É considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período.

Destaque para Gregório de Matos e de Pe. Antônio Vieira – este último com o livro Os Sermões nas mãos

Padre António Vieira (português europeu) ou Antônio Vieira (português brasileiro) (Lisboa, 6 de fevereiro de 1608 — Bahia, 18 de Julho de 1697) foi um religioso, escritor e orador português da Companhia de Jesus. Um dos mais influentes personagens do século XVII em termos de política e Oratória, destacou-se como missionário em terras brasileiras. Nesta qualidade, defendeu infatigavelmente os direitos humanos dos povos indígenas combatendo a sua exploração e escravização e fazendo a sua evangelização. Era por eles chamado de "Paiaçu" (Grande Padre/Pai, em tupi).
António Vieira defendeu também os judeus, a abolição da distinção entre cristãos-novos (judeus convertidos, perseguidos à época pela Inquisição) e cristãos-velhos (os católicos tradicionais), e a abolição da escravatura. Criticou ainda severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.
Na literatura, seus sermões possuem considerável importância no barroco brasileiro e português.


Arcadismo




Destaque para o alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico do Brasil, patrono também das Polícias Militares dos Estados e herói nacional.


O Arcadismo desenvolveu-se no Brasil do século XVIII e se prendeu ao estado de Minas Gerais, onde se havia descoberto ouro, fato que marcou o local como centro econômico e, portanto, cultural da colônia portuguesa.

Bucolismo






Destaque para os camponeses, levando consigo seus instrumentos de trabalho e elementos da vida rural.

Bucolismo é o termo utilizado para designar uma espécie de poesia pastoral, que descreve a qualidade ou o caráter dos costumes rurais, exaltando as belezas da vida campestre e da natureza, característica do arcadismo. A base material do progresso consubstanciava-se nas cidades. Mudava o mundo, modernizavam-se as cidades e, consequentemente, redobravam os problemas dos conglomerados urbanos. A natureza acenava com a ordem nos prados e nos campos, os indivíduos resgatavam sentimentos corroídos pelo progresso. Os árcades buscavam uma vida simples, bucólica, longe do burburinho citadino.

Destaque para Tomás Antônio Gonzaga, e sua principal obra lírica – Marília de Dirceu e de Frei de Santa Rita Durão, com sua obra épica – Caramuru.

Tomás Antônio Gonzaga (Miragaia, Porto, 11 de agosto de 1744 — Ilha de Moçambique, 1810), cujo nome arcádico é Dirceu, foi um jurista, poeta e ativista político luso-brasileiro. Considerado o mais proeminente dos poetas árcades, é ainda hoje estudado em escolas e universidades por seu "Marília de Dirceu" (versos notadamente árcades feitos para sua amada).
Frei José de Santa Rita Durão (Cata Preta, 1722 — Lisboa, 1784) foi um religioso agostiniano brasileiro do período colonial, orador e poeta. É também considerado um dos precursores do indianismo no Brasil. Seu poema épico Caramuru é a primeira obra narrativa escrita a ter, como tema, o habitante nativo do Brasil; foi escrita ao estilo de Luís de Camões, imitando um poeta clássico assim como faziam os outros neoclássicos (árcades).

Romantismo





O Romantismo no Brasil teve como marco fundador a publicação do livro "Suspiros poéticos e saudades", de Gonçalves de Magalhães, em 1836, e durou 45 anos.

Destaque para D. Pedro I, proclamador da Independência do Brasil

No Brasil, o momento histórico em que ocorre o Romantismo tem que ser visto a partir das últimas produções árcades, caracterizadas pela satírica política de Gonzaga e Silva Alvarenga, bem como as idéias de autonomia comuns naquela época. Em 1808, com a chegada da corte portuguesa ao Brasil fugindo de Napoleão Bonaparte, a cidade do Rio de janeiro cidade Rio de Janeiro passa por um processo de urbanização, tornando-se um campo propício à divulgação das novas influências Europa européias; a então colônia brasileira caminhava no rumo da independência.
Nacionalismo/ Indianismo: sentimento de valorização marcado pela aproximação e identificação com a nação,  com as paisagem de florestas brasileiras com pássaros, e com o índio. Surge da necessidade de criar uma cultura genuinamente brasileira. Como uma forma de publicidade do Brasil, os autores brasileiros procuravam expressar uma opinião, um gosto, uma cultura e um jeito autênticos, livres de traços europeus.

Destaque para Gonçalves Dias – e o poema Canção do exílio; José de Alencar – e os romances indianistas O guarani e Iracema; e Álvares de Azevedo, a obra gótica Noite na taverna.

Canção do exílio é o poema de Gonçalves Dias que abre o livro contos literarios e marca a obra do autor como um dos mais conhecidos poemas da língua portuguesa no Brasil. Foi escrita em julho de 1843, em Coimbra, Portugal. O poema, por conta de sua contenção e de sua alusão à pátria distante, tema tão próximo do ideário do Romantismo, tornou-se emblemático na cultura brasileira.
O texto é estruturado a partir do contraste entre a paisagem europeia e a terra natal - jamais nominada, sempre vista com o olhar exagerado de quem está distante e, em sua saudade, exalta os valores que não encontra no local de exílio.
O Guarani (1857) é o primeiro de uma série de três romances indianistas  Iracema (1865) e Ubirajara (1874) produzidos pelo escritor José de Alencar que ocupou-se em trazer à luz personagens como Peri, Iracema ou Ubirajara.
O Guarani foi escrito sob a forma de folhetins para o Diário do Rio de Janeiro entre os meses de janeiro e abril de 1857 e, ainda naquele mesmo ano, editado em quatro fascículos ( cada uma das 4 partes que compõem o romance), o que dará à narrativa um contorno definitivo de "romance", não só de folhetim. É um clássico da nossa literatura e, no ano em que foi publicado, fez um sucesso estrondoso, o que deu, aliás, ensejo à sua publicação em volume.


Realismo/Naturalismo         

Destaque para Darwin, e o livro 
“A origem das espécies”





O Realismo no Brasil teve seu início, oficialmente, em 1881, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de seu mais célebre autor, Machado de Assis. Esta escola só entra em declínio com o surgimento do Parnasianismo, por volta de 1890.
No Brasil, o primeiro romance naturalista publicado foi "O mulato" (1881), de Aluísio Azevedo.
O naturalismo acrescenta às características do Realismo extrema preocupação científica, materialismo, o resultado do meio ambiente físico e social e da hereditariedade (Determinismo). A temática do Naturalismo dá preferência aos aspectos mais cruentos e sórdidos da vida humana: o crime, as taras, a miséria, isso para retratar o anormal e o patológico. Assim, podemos dizer que o Naturalismo é um Realismo levado aos extremos.

Revolução Industrial



Professor Antônio marcando presença


Destaque para os operários da época.

Alberto de Oliveira, Raimundo Correia e Olavo Bilac

Destaque para Aluísio Azevedo e Machado de Assis, principais romancistas da época.


Parnasianismo





No Brasil, o parnasianismo dominou a poesia até a chegada do Modernismo brasileiro. A importância deste movimento no país deve-se não só ao elevado número de poetas, mas também à extensão de sua influência, uma vez que seus princípios estéticos dominaram por muito tempo a vida literária do país, praticamente até o advento do Modernismo em 1922.
Na década de 1870, a poesia romântica deu mostras de cansaço, e mesmo em Castro Alves é possível apontar elementos precursores de uma poesia realista. Assim, entre 1870 e 1880 assistiu-se no Brasil à liquidação do Romantismo, submetido a uma crítica severa por parte das gerações emergentes, insatisfeitas com sua estética e em busca de novas formas de arte, inspiradas nos ideais positivistas e realistas do momento.
Dessa maneira, a década de 1880 abriu-se para a poesia científica, a socialista e a realista, primeiras manifestações da reforma que acabou por se canalizar para o Parnasianismo. As influências iniciais foram Gonçalves Crespo e Artur de Oliveira, este o principal propagandista do movimento a partir de 1877, quando chegou de uma estada em Paris. O Parnasianismo surgiu timidamente no Brasil nos versos de Luís Guimarães Júnior (Sonetos e rimas. 1880) e Teófilo Dias (Fanfarras. 1882), e firmou-se definitivamente com Raimundo Correia (Sinfonias. 1883), Alberto de Oliveira (Meridionais. 1884) e Olavo Bilac (Relicário. 1888).

Destaque para Olavo Bilac, Raimundo Correia e Alberto de Oliveira – os três mais importantes poetas parnasianos)




Simbolismo





No Brasil, dois grandes poetas destacaram-se dentro do movimento simbolista: Cruz e Sousa, e Alphonsus de Guimaraens. No primeiro, a angústia de sua condição, reflete-se no comentário de Manuel Bandeira: "Não há (na literatura brasileira) gritos mais dilacerantes, suspiros mais profundos do que os seus".

Destaque para pessoas vestidas de bruxa, expressando o mistério e o misticismo – característica forte do Simbolismo


Pré-modernismo



Os principais pré-modernistas foram:
Euclides da Cunha, com Os Sertões, onde aborda de forma jornalística a Guerra de Canudos; a obra, dividida em três partes (A Terra, O Homem e A Luta), procura retratar um dos maiores conflitos do Brasil. O sertão baiano e pernambucano onde se deram as lutas, era um ambiente praticamente desconhecido dos grandes centros, e as lutas marcaram a vida nacional: o termo favela, que tornou-se comum depois, designava um arbusto típico da caatinga, e dava nome a um morro em Canudos.
Graça Aranha, com Canaã, retrata a imigração alemã para o Brasil. Nesse livro tinha o constante conflito entre dois imigrantes Milkau e Lentz que discutiam se o dinheiro era mais importante do que o amor.
Lima Barreto, que faz uma crítica da sociedade urbana da época, com Triste Fim de Policarpo Quaresma e Recordações do Escrivão Isaías Caminha;  e O Homem Que Sabia Javanês
Monteiro Lobato, com Urupês e Cidades Mortas, retrata o homem simples do campo numa região de decadência econômica; Ele também foi um dos primeiros autores de literatura infantil, desse modo, transmitindo ao público infantil valores morais, conhecimentos do Brasil, tradições, nossa língua. Destaca-se no gênero conto. E foi, também, um dos escritores brasileiros de maiores prestígios.
Valdomiro Silveira, com Os Caboclos, e Simões Lopes Neto, com Lendas do Sul e Contos Gauchescos, precursores do regionalismo, retratam a realidade do sul brasileiro.
Augusto dos Anjos que, segundo alguns autores, trazia elementos pré-modernos, embora no aspecto linguístico tenda para o realismo-naturalismo, em seus Eu e Outras Poesias

Destaque para Antônio Conselheiro


Destaque para pessoas vestidas de cangaceiros


Semana de arte moderna





A Semana de Arte Moderna ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo, em 1922, tendo como objetivo mostrar as novas tendências artísticas que já vigoravam na Europa. Esta nova forma de expressão não foi compreendida pela elite paulista, que era influenciada pelas formas estéticas européias mais conservadoras. O idealizador deste evento artístico e cultural foi o pintor Di Cavalcanti.


Abapuru





Abaporu - Este é o quadro mais importante já produzido no Brasil. Tarsila pintou um quadro para dar de presente para o escritor Oswald de Andrade, seu marido na época. Quando viu a tela, assustou-se e chamou seu amigo, o também escritor Raul Bopp. Ficaram olhando aquela figura estranha e acharam que ela representava algo de excepcional. Tarsila lembrou-se então de seu dicionário tupi-guarani e batizaram o quadro como Abaporu (o homem que come). Foi aí que Oswald escreveu o Manifesto Antropófago e criaram o Movimento Antropofágico, com a intenção de "deglutir" a cultura européia e transformá-la em algo bem brasileiro. Este Movimento, apesar de radical, foi muito importante para a arte brasileira e significou uma síntese do Movimento Modernista brasileiro, que queria modernizar a nossa cultura, mas de um modo bem brasileiro. O "Abaporu" foi a tela mais cara vendida até hoje no Brasil, alcançando o valor de US$1.500.000. Foi comprada pelo colecionador argentino Eduardo Costantini.


Modernismo

O modernismo brasileiro foi um amplo movimento cultural que repercutiu fortemente sobre a cena artística e a sociedade brasileira na primeira metade do século XX, sobretudo no campo da literatura e das artes plásticas. Comparado a outros movimentos modernistas, o brasileiro foi desencadeado tardiamente, na década de 1920. Este foi resultado, em grande parte, da assimilação de tendências culturais e artísticas lançadas pelas vanguardas europeias no período que antecedeu a Primeira Guerra Mundial, tendo como exemplo do Cubismo e do Futurismo, refletindo, então, na procura da abolição de todas as regras anteriores e a procura da novidade e da velocidade. Contudo, pode-se dizer que a assimilação dessas ideias europeias deu-se de forma seletiva, rearranjando elementos artísticos de modo a ajustá-los às singularidades culturais brasileiras.








Pós modernismo

A segunda metade do século XX assistiu a um processo sem precedentes de mudanças na história do pensamento e da técnica. Ao lado da aceleração avassaladora nas tecnologias de comunicação, de artes, de materiais e de genética, ocorreram mudanças paradigmáticas no modo de se pensar a sociedade e suas instituições.

De modo geral, as críticas apontam para as raízes da maioria dos conceitos sobre o Homem e seus aspectos, constituídas no século XV e consolidadas no século XVIII. A Modernidade surgida nesse período é criticada em seus pilares fundamentais, como a crença na Verdade, alcançável pela Razão, e na linearidade histórica rumo ao progresso. Para substituir estes dogmas, são propostos novos valores, menos fechados e categorizantes. Estes serviriam de base para o período que se tenta anunciar - no pensamento, na ciência e na tecnologia - de superação da Modernidade. Seria, então, o primeiro período histórico a já nascer batizado: a pós-modernidade.



Destaque para os militares, à frente de um painel contendo a imagem do “CALA BOCA”



Ariano Suassuna

O Ariano sonhador, dedicado, apaixonado pela família, pela vida, pela arte e por suas raízes brasileiras e sertanejas! Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, Paraíba, 16 de junho de 1927) é um dramaturgo, romancista e poeta brasileiro.
Ariano Suassuna, um defensor da cultura do Nordeste, é um dramaturgo brasileiro, autor de Auto da Compadecida e A Pedra do Reino.


 Marcos Accioly







Marcus Morais Accioly (Aliança, 21 de janeiro de 1943), é um poeta brasileiro de Pernambuco. Marcus Accioly passou a infância em Aliança, dividido entre os engenhos Laureano e Jaguaraba, propriedade este dos avós paternos e aquele dos maternos e a casa dos pais, no Recife, no bairro de Campo Grande. Concluiu o ginasial no Colégio Americano Batista.
Graduou-se em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, e Pós-Graduou-se em Teoria Litérária pela Universidade Federal de Pernambuco, onde ministrou aulas até sua aposentadoria.



Coreografia (Hino de Aliança- composição de Marcos Accioly)






Alunos de farda







Normalistas









Banda







Solicitamos fotos legíveis da banda!
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Oficina do desfile do dia 11 de setembro
























Desfile da UEPA / 2011

 dia 7 de setembro
 Artista Plástico e idealizador do desfile:
Renato Luiz de Souza Nascimento


Foto 1.  Renato no atelier

1 -Nome da escola : 






































Unidade Educacional da Prefeitura da Aliança ( UEPA )

2- Equipe Gestora : 

Vânia Márcia Ribeiro
 ( Diretora )
Diana Lúcia Pereira de Lira Mendonça
 ( Vice-diretora )
Rose Mary Ferraz de Almeida e Silva
 ( Secretária )
Edilza Cristine Gomes da Silva
 ( Coordenadora da manhã )
Josinaura Batista da Silva
 ( Supervisora )
Raquel de Queiroz Vasconcelos da Cunha
 (Coordenadora da tarde )
Iracilda de Figueiredo Souza
 ( Coordenadora da noite )

3- Corpo Discente
 ( quantitativo de alunos ) : 1724

4- Corpo Docente
 ( quantitativo de professores ) : 75 

5- Modalidades : 

- Ensino Infantil I e II
- Educação Especial
- Ensino Fundamental I
 ( Alfabetizar com Sucesso )
- Ensino Fundamental II
                         - Educação de Jovens e Adultos ( EJA )
  - Ensino Normal Médio

6- Comissão de Frente :
 Cortejo Real

7- Bandeira do Brasil/conduzido pelo aluno :
 Lucas Henrique Jacinto dos Santos

8- Bandeira de Pernambuco/conduzido pelo aluno : 
Rodrigo Antônio da Silva

9- Bandeira de Aliança/ conduzida pelo aluno : 
João Lucas Serafim dos Santos

10- Bandeira da Escola/ conduzida pelo aluno : 
José Lázaro de Pontes

11- Tema da Escola : 

FOLCLORE : Herança Cultural


Foto 2. No atelier

Foto 3.  No atelier

Foto 4. No atelier
Foto: Baliza, aluna Larissa do Ensino Fundamental do turno da manhã

Ana Paula, funcionária da UEPA e Larissa (Baliza)

Banda da UEPA

Banda da UEPA

Aluna Cíntia e Larissa





Larissa e Cintiane, alunas da UEPA





Ingrid, aluna normalista



12- Banda Marcial da UEPA
Instrutor : 
Cristiano de Araújo
Nº de componentes : 140
Histórico da Banda :

13-Agradecimentos : 
Ao Artista Plástico e idealizador do desfile, 
Renato Luiz de Souza Nascimento, 
e toda sua Equipe :
- Sibele Maria Gonçalves  da Silva,
- Joselma Batista da Silva,
- Edileide Maria de Souza Nascimento,
- Ana Maria da Rocha,
- Raquel de Queiroz Vasconcelos da Cunha,
- Gerlane Alves do Nascimento,
- Josinaura Batista da Silva,
- Vânia Márcia Ribeiro,
- Zilmara Morgana Leôncio Soares e
- Edilza Cristina Gomes da Silva. 
Aos Pais, Alunos, Professores e Funcionários que fazem a Unidade Educacional da Prefeitura da Aliança.
                         

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